Sem febre amarela: desde julho de 2017 cidades do Triângulo e Alto Paranaíba não registram casos da doença | Triângulo Mineiro

Escrito por em abril 17, 2018

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Desde julho de 2017 até esta terça-feira (17), Minas Gerais apresentou 467 casos confirmados de febre amarela, sendo que 155 pessoas morreram em decorrência da doença.

No entanto, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MG), nenhum destes casos foi no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas. Na região, apenas Uberlândia têm dois casos da doença em investigação.

A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), gravidade variável, causada pelo vírus da febre amarela, que ocorre na América do Sul e na África. Os sintomas iniciais da doença incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Na região, apenas um macaco foi diagnosticado com febre amarela desde julho do ano passado. O animal foi encontrado em novembro de 2017 em Uberlândia e passou por exames que confirmaram a doença em janeiro deste ano. Desde então, nenhum outro teve a doença detectada no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas.

Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.

De acordo com o Ministério da Saúde, não existe um tratamento específico para a febre amarela. O tratamento é apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. Nas formas graves, o paciente deve ser atendido numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Caso não receba assistência médica, ele pode morrer.

A única forma de evitar a febre amarela silvestre é a vacinação contra a doença. A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. Ela deve ser aplicada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença. Pode ser aplicada a partir dos noves meses e é válida por 10 anos. A vacina é contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos (pessoas com o sistema imunológico debilitado) e pessoas alérgicas a gema de ovo.

A vacinação é indicada para todas as pessoas que vivem em áreas de risco para a doença (zona rural da Região Norte, Centro Oeste, estado do Maranhão, parte dos estados do Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), onde há casos da doença em humanos ou circulação do vírus entre animais (macacos).

A cobertura vacinal nas Superintendências Regionais de Saúde na região são:

A meta do Programa Nacional de Imunizações (PNI) é vacinar em cada regional no mínino 95% da população. As ações de intensificação vacinal são intensificadas em todas regiões que ainda não atingiram a meta.

De acordo com a coordenadora do Programa de Imunização da cidade de Uberlândia, Cláubia Oliveira, apesar da regional ter atingido a meta do PNI, as ações seguem na maior cidade do Triângulo Mineiro.

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